Norman Finkelstein, professor, judeu norte-americano, filho de sobreviventes do Holocausto, critica as políticas de Israel e, mais do que tudo, as políticas dos actuais Primeiro-ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros, Benjamin Netahnyau e Advigor Lieberman, respectivamente. Nem os reconhece como judeus. E acrescenta que as actuais negociações israelo-palestinianas são uma farsa porque Barack Obama precisa de apresentar trabalho (devido às eleições que se aproximam) e queria aparecer na fotografia. Está tudo a partir dos 39.13 na edição de Visão Global que foi emitida em 10 de Outubro de 2010. Isso e muito mais.
RTP - VISÃO GLOBAL
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Lieberman "não é judeu"
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Antena 1 - Entrevista a John Irving

A Última Noite em Twisted River
John Irving assina mais um romance a espreitar o sucesso de vendas. Os Estados Unidos da América na década de 50 do Século passado. Irving tem a particularidade de começar os romances a partir de uma ideia final para a estória. Mas não faz questão que seja sempre assim. Um dia destes até pode mudar de estratégia. Nesta entrevista fala desse modo de escrever e do passado que o influenciou.
John Irving assina mais um romance a espreitar o sucesso de vendas. Os Estados Unidos da América na década de 50 do Século passado. Irving tem a particularidade de começar os romances a partir de uma ideia final para a estória. Mas não faz questão que seja sempre assim. Um dia destes até pode mudar de estratégia. Nesta entrevista fala desse modo de escrever e do passado que o influenciou.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Antena 1 - Entrevista a Javier Limón

Mariza, Buika, Carmen Linares e muitas outras
Javier Límon é o produtor de "Mujeres de Agua", um disco que integra 12 vozes de mulheres do Mediterrâneo (na geografia musical de Javier Límon). Entre elas está Mariza. O disco está no mercado a partir de 4 de Outubro e, ao contrário do que tem sido dito algumas vezes, não é dedicado às mulheres do Irão. Tem, isso... sim, uma mensagem para as mulheres iranianas. Javier queria incluir uma voz iraniana, mas isso revelou-se impossível. Nesta entrevista explica a importância do Fado nas músicas do Mediterrâneo
Antena 1 - Entrevista a Javier Limón
Javier Límon é o produtor de "Mujeres de Agua", um disco que integra 12 vozes de mulheres do Mediterrâneo (na geografia musical de Javier Límon). Entre elas está Mariza. O disco está no mercado a partir de 4 de Outubro e, ao contrário do que tem sido dito algumas vezes, não é dedicado às mulheres do Irão. Tem, isso... sim, uma mensagem para as mulheres iranianas. Javier queria incluir uma voz iraniana, mas isso revelou-se impossível. Nesta entrevista explica a importância do Fado nas músicas do Mediterrâneo
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
Antena 1 - Entrevista a Laurentino Gomes

1822 - Título do mais recente livro de Laurentino Gomes, conta a independência do Brasil. É um livro na sequência de um outro - 1808 - que trata do período em que a família real portuguesa esteve no Brasil fugindo às invasões francesas. Os historiadores apreciam estes trabalhos de Laurentino Gomes (antigo jornalista) e elogiam o seu trabalho rigoroso. Vale a pena ler. E vale a pena ouvir Laurentino Gomes porque é um comunicador nato.
Antena 1 - Entrevista a Laurentino Gomes
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josé manuel rosendo
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Entrevista a Esther Mucznik

É a história de uma judia portuguesa vítima da perseguição religiosa. Nascida em Lisboa, percorre a Europa até se fixar em Istambul em tempo de Império Otomano. Esther Mucznik fala do livro, de Grácia Nasi e também, na parte final da entrevista, sobre as actuais negociações entre israelitas e palestinianos.
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josé manuel rosendo
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Afeganistão até quando?
Ninguém sabe. Os Estados Unidos não sabem, a NATO não sabe, ninguém sabe. A ofensiva que decorre no Sul do Afeganistão é a segunda. Em 2009 aconteceu uma outra. Ou será ainda a mesma?
A mudança de liderança na ISAF e no comando norte-americano não ajuda aos objectivos de Obama. Começar a sair do Afeganistão em Julho de 2001, afigura-se por agora, sem nenhuma perspectiva de melhoria significativa, como uma data falhada. Mas convém que se perceba que o problema não é Obama, porque o actual presidente norte-americano herdou uma situação para a qual tem de encontrar saídas. E a questão é essa. Já não se trata de ganhar a guerra mas de sair do Afeganistão não perdendo a face. Aliás, eu acho que ninguém sabe ao certo quem é o inimigo. Serão Taliban, Senhores da Guerra, Traficantes? Pois, inventaram uma designação: insurgentes, seja lá isso o que for.
O pior é para os afegãos que por lá vão continuar e que vão ficar com um país feito em cacos. Pode dizer-se que não estava melhor. É verdade. Mas agora a esperança também está morta e enterrada.
José Manuel Rosendo
A mudança de liderança na ISAF e no comando norte-americano não ajuda aos objectivos de Obama. Começar a sair do Afeganistão em Julho de 2001, afigura-se por agora, sem nenhuma perspectiva de melhoria significativa, como uma data falhada. Mas convém que se perceba que o problema não é Obama, porque o actual presidente norte-americano herdou uma situação para a qual tem de encontrar saídas. E a questão é essa. Já não se trata de ganhar a guerra mas de sair do Afeganistão não perdendo a face. Aliás, eu acho que ninguém sabe ao certo quem é o inimigo. Serão Taliban, Senhores da Guerra, Traficantes? Pois, inventaram uma designação: insurgentes, seja lá isso o que for.
O pior é para os afegãos que por lá vão continuar e que vão ficar com um país feito em cacos. Pode dizer-se que não estava melhor. É verdade. Mas agora a esperança também está morta e enterrada.
José Manuel Rosendo
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Presidente brasileiro deu lição à União Europeia:façam como o Brasil!
Lula da Silva recebeu, a 18 de Maio, em Madrid, o prémio “Nova Economia Fórum 2010”. É uma distinção para os que fazem algo de relevante em cargos de responsabilidade pública. Nas palavras de Teresa de La Veja (número 2 do Governo de Espanha) foi um prémio de reconhecimento pelo “exemplo político, moral e pessoal” que Lula deu ao Mundo.
Depois de uma série de elogios, Lula respondeu à boa maneira brasileira: que estava de “ego cheio” e precisava de um alfinete para furar, caso contrário “rebentava”. E depois explicou que deixa a Presidência do Brasil no final do ano, mas sai de consciência tranquila: o povo brasileiro vive melhor, as diferenças sociais são menores e o Brasil tem um lugar de destaque entre os grandes do Mundo.
Depois de uma série de elogios, Lula respondeu à boa maneira brasileira: que estava de “ego cheio” e precisava de um alfinete para furar, caso contrário “rebentava”. E depois explicou que deixa a Presidência do Brasil no final do ano, mas sai de consciência tranquila: o povo brasileiro vive melhor, as diferenças sociais são menores e o Brasil tem um lugar de destaque entre os grandes do Mundo.
Explicou também que quando a crise financeira se instalou, lançou um apelo ao povo brasileiro para consumir, pensando bem o consumo, mas para consumir, porque caso contrário as empresas brasileiras não iriam resistir à crise. Disse Lula (enquanto juntava as duas mãos junto ao coração) que foram os mais pobres do Brasil que responderam positivamente a este apelo e que foram eles, “o meu povo” quem salvou a economia brasileira.
E depois disse apontando para Durão Barroso (cito de cor): Barroso, a União Europeia devia fazer o mesmo! Barroso sorriu, mas o que pareceu um conselho foi, de facto uma dura crítica. A União Europeia, nomeadamente Portugal, Grécia e Espanha, aprovaram medidas que passam por aumento de impostos e redução de ordenados, isto é, são um claro desincentivo ao consumo. A lição ficou dada e não se pode dizer que sela ilegítima porque foi dada por um homem a quem todos, sem excepção, minutos antes, tinham elogiado as políticas que implementou no Brasil.
Madrid, José Manuel Rosendo
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josé manuel rosendo
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