A Praça Syntagma encheu. Milhares de pessoas. Na Praça e nas sete faixas de avenida frente ao Parlamento. Uns manifestaram-se insultando o governo grego e cantando o hino nacional, outro participaram no debate. Na Praça, entre poemas de Pablo Neruda e música de saxofone a decisão foi de manter o protesto. Estiveram representantes dos "indignados" de Madrid, Barcelona e Tunísia.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Mundo - ‘Indignados’ gregos decidem continuar na Praça Sintagma - RTP Noticias, Áudio
Mundo - ‘Indignados’ gregos decidem continuar na Praça Sintagma - RTP Noticias, Áudio
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josé manuel rosendo
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Faixa de Gaza em Atenas
Impedidos de zarpar em direcção à Faixa de Gaza, os activistas do barco norte-americano "The Audacity of Hope" deslocaram-se à Praça Syntagma, em Atenas, para marcar um protesto contra a atitude das autoridades gregas que para além de impedirem a saída do barco detiveram o comandante. Os activistas acusam o governo grego de cumplicidade com o governo israelita. Associam a isso os investimentos israelitas na economia grega. E criticam também a Embaixada norte-americana em Atenas por ter demorado a responder aos pedidos de auxílio e de até agora não ter feito nada para alterar esta situação.
Os activistas pró-palestinianos manifestaram-se frente ao Ministério da Protecção Civil e dizem que a esperança de chegar à Faixa de Gaza ainda não morreu. Pretendem furar o bloqueio que Israel impõe ao território palestiniano desde que o Hamas chegou ao poder.
José Manuel Rosendo
Atenas, 3 de Julho de 2011
Os activistas pró-palestinianos manifestaram-se frente ao Ministério da Protecção Civil e dizem que a esperança de chegar à Faixa de Gaza ainda não morreu. Pretendem furar o bloqueio que Israel impõe ao território palestiniano desde que o Hamas chegou ao poder.
José Manuel Rosendo
Atenas, 3 de Julho de 2011
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Amor é...
Foi assim, esta tarde, na Praça Syntagma, em Atenas. A Praça fervilhava de actividade mas nada parecia perturbar este longo beijo. Tenho a sensação de já ter visto foto parecida em Atenas e fiquei com a ideia de que queriam mesmo ser fotografados, mas se assim foi a vontade está feita. E acaba também por ser um símbolo do sentimento geral do idealismo que se vive na Praça onde a Grécia está focada. Os confrontos violentos da semana passada até são condenados por quem faz parte destes colectivos que ocupam a Praça. condenam a polícia (muito) mas também condenam os grupos mais radicais.
José Manuel Rosendo
Atenas, 3 de Julho de 2011
José Manuel Rosendo
Atenas, 3 de Julho de 2011
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Indignados" gregos mantêm ocupação da Praça Syntagma
A Assembleia realizada domingo à noite decidiu que os "Indignados" vão ficar na Praça Syntagma até novas Assembleias agendadas para 4ª e 5ª feira com todos os grupos que têm participado no movimento de revolta.
Para além desta decisão aprovaram um comunicado em que lançam um aviso aos potenciais investidores em empresas públicas gregas que o governo pretende privatizar. Não reconhecem legitimidade a este governo para aprovar as leis que permitem a privatização de empresas públicas e dizem que quando o povo estiver no governo, o dinheiro dos que comprarem as empresas públicas (que voltarão a essa condição) não será devolvido. O Comunicado lembra ainda o herói grego Kanaris que fez explodir vários barcos do Império Otomano durante a guerra da independência da Grécia. Dizem os "Indignados" que Kanaris era um homem normal, mas fartou-se da ocupação. Todas as épocas geram os seus heróis.
José Manuel Rosendo
Atenas, 3 de Julho de 2011
Para além desta decisão aprovaram um comunicado em que lançam um aviso aos potenciais investidores em empresas públicas gregas que o governo pretende privatizar. Não reconhecem legitimidade a este governo para aprovar as leis que permitem a privatização de empresas públicas e dizem que quando o povo estiver no governo, o dinheiro dos que comprarem as empresas públicas (que voltarão a essa condição) não será devolvido. O Comunicado lembra ainda o herói grego Kanaris que fez explodir vários barcos do Império Otomano durante a guerra da independência da Grécia. Dizem os "Indignados" que Kanaris era um homem normal, mas fartou-se da ocupação. Todas as épocas geram os seus heróis.
José Manuel Rosendo
Atenas, 3 de Julho de 2011
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domingo, 3 de julho de 2011
"Indignados" gregos decidem hoje se mantêm a ocupação da Praça Sintagma
Os "indignados" gregos que ocupam a Praça Sintagma desde 25 de Maio, decidem este domingo (3 de Julho) se mantêm a ocupação ou se abandonam a Praça. Esta noite, uma Assembleia, vai tomar a decisão. Por agora a ocupação é bem recebida por grande parte da população, que visita a praça e tem palavras de incentivo para com os que protestam contra a situação social e económica da Grécia. Há um divórcio aparentemente irreversível entre os "indignados" e os políticos que ao longo dos anos conduziram a Grécia a esta situação.
O ambiente na Praça Sintagma é de absoluta tranquilidade e os "indignados" não concordam com os activistas de grupos radicais que (ainda ontem à noite) provocam a polícia tentando criar situações de confronto físico.
Na Praça Sintagma ficou uma marca portuguesa (na foto) dos poucos dias que alguns portugueses estiveram aqui em solidariedade com o protesto grego.
José Manuel Rosendo
Atenas, 3 de Julho de 2011
O ambiente na Praça Sintagma é de absoluta tranquilidade e os "indignados" não concordam com os activistas de grupos radicais que (ainda ontem à noite) provocam a polícia tentando criar situações de confronto físico.
Na Praça Sintagma ficou uma marca portuguesa (na foto) dos poucos dias que alguns portugueses estiveram aqui em solidariedade com o protesto grego.
José Manuel Rosendo
Atenas, 3 de Julho de 2011
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
Protesto sírio em Atenas
Cerca de duas centenas de sírios iromperam pela Praça Sintagma manifestando-se contra a repressão que o presídente sírio, Bashar Al Assad vem exercendo contra os sírios que reivindicam liberdade, democracia e justiça. Uma grande bandeira da Síria foi o elemento que mais se destacou na manifestação que foi bem acolhida pelos "indignados" que permanecem na praça frente ao Parlamento grego. Aos gritos de "Liberdade para a Síria", agitaram bandeiras, queimaram fotografias do presidente sírio e mostraram-lhe um cartão vermelho. Se considerarmos os dois dias de violência, durante a semana, esta manifestação síria e ainda a concentração de barcos que pretendem dirigir-se a Gaza para furar o bloqueio israelita, Atenas é por estes dias uma marca forte na actualidade política internacional.
José Manuel Rosendo
Atenas, 1 de Julho de 2011
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23:22
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Querem o meu voto? Ora então digam-me lá…
Nos primeiros dias de campanha eleitoral a história ameaça repetir-se: alguns líderes políticos dão sinais de pretenderem substituir os temas que interessam às pessoas, os que tratam dos problemas reais, por uma outra agenda da trica partidária que vai, inevitavelmente, perder-se na espuma dos dias.
Eu até quero saber quem fez o quê, e quando, e como, mas agora o que eu quero mesmo conhecer são os projectos que cada um dos líderes tem para tirar Portugal desta bagunça. Sim, disse bagunça!
Quero saber quem deve, quanto deve e a quem deve. E como se vai pagar e quem vai pagar. Quero saber se em paralelo aos cortes em ordenados, reformas, pensões e vários subsídios sociais, algum partido político pensa num tecto para as reformas mais elevadas e qual é esse tecto. Quero saber que Serviço Nacional de Saúde se pretende para o país. Quero saber que Segurança Social vamos ter. Quero saber que Escola Pública vai ter o país. Quero saber que rede de transporte ferroviário se pretende, e se pública ou privada. Quero saber quem pretende, ou não, privatizar empresas em áreas fundamentais para a Economia e para que um país possa dizer que é um país, sem ser propriedade de capitais estrangeiros: Rede Eléctrica Nacional, CP, Águas de Portugal, CGD, TAP, RTP… e todas as que sejam de áreas e serviços de importância fundamental para os cidadãos. Quero saber quem quer, ou não, privatizar o quê, quando e em que moldes. Quero saber quem permite que os off-shore continuem e quem quer acabar com eles. Quero saber quem está disposto a permitir que os Bancos alterem de forma unilateral os spreads dos contratos de crédito à habitação, e quem não o vai permitir. Quero saber quem está disposto a permitir “contratos de trabalho orais”. Quero saber como é que cada líder pretende que um país com tanto Mar possa, pelo menos, comer o peixe que pesca. Quero saber como é que pretendem recuperar a nossa Agricultura. Quero saber que ideias há para a reorganização administrativa do país (quantos municípios, quantas freguesias). Quero saber se os Governos Civis acabam ou continuam. Quero saber como se vai estimular a Economia. Quero saber tanta coisa… Quero saber que ideias, que projectos, que futuro, os líderes partidários que pedem o meu voto, têm para Portugal.
E não digam que é difícil explicar ao povo coisas tão simples como estas. Quero saber e da forma mais concreta possível. Sem meias-palavras nem palavras ocas. De uma forma que toda a gente entenda e não de uma forma que depois possa ser completamente distorcida.
E vos garanto que se não me disserem o que eu preciso saber, não têm o meu voto!
José Manuel Rosendo
Eu até quero saber quem fez o quê, e quando, e como, mas agora o que eu quero mesmo conhecer são os projectos que cada um dos líderes tem para tirar Portugal desta bagunça. Sim, disse bagunça!
Quero saber quem deve, quanto deve e a quem deve. E como se vai pagar e quem vai pagar. Quero saber se em paralelo aos cortes em ordenados, reformas, pensões e vários subsídios sociais, algum partido político pensa num tecto para as reformas mais elevadas e qual é esse tecto. Quero saber que Serviço Nacional de Saúde se pretende para o país. Quero saber que Segurança Social vamos ter. Quero saber que Escola Pública vai ter o país. Quero saber que rede de transporte ferroviário se pretende, e se pública ou privada. Quero saber quem pretende, ou não, privatizar empresas em áreas fundamentais para a Economia e para que um país possa dizer que é um país, sem ser propriedade de capitais estrangeiros: Rede Eléctrica Nacional, CP, Águas de Portugal, CGD, TAP, RTP… e todas as que sejam de áreas e serviços de importância fundamental para os cidadãos. Quero saber quem quer, ou não, privatizar o quê, quando e em que moldes. Quero saber quem permite que os off-shore continuem e quem quer acabar com eles. Quero saber quem está disposto a permitir que os Bancos alterem de forma unilateral os spreads dos contratos de crédito à habitação, e quem não o vai permitir. Quero saber quem está disposto a permitir “contratos de trabalho orais”. Quero saber como é que cada líder pretende que um país com tanto Mar possa, pelo menos, comer o peixe que pesca. Quero saber como é que pretendem recuperar a nossa Agricultura. Quero saber que ideias há para a reorganização administrativa do país (quantos municípios, quantas freguesias). Quero saber se os Governos Civis acabam ou continuam. Quero saber como se vai estimular a Economia. Quero saber tanta coisa… Quero saber que ideias, que projectos, que futuro, os líderes partidários que pedem o meu voto, têm para Portugal.
E não digam que é difícil explicar ao povo coisas tão simples como estas. Quero saber e da forma mais concreta possível. Sem meias-palavras nem palavras ocas. De uma forma que toda a gente entenda e não de uma forma que depois possa ser completamente distorcida.
E vos garanto que se não me disserem o que eu preciso saber, não têm o meu voto!
José Manuel Rosendo
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